Igualdade étnica e racial em debate no podcast 'Igualmente' da IKEA

Ao apresentador do podcast, Rui Maria Pêgo, juntaram-se três colaboradoras IKEA, a Alessandra Fuenzalida, a Marisa Francisco e a Alessandra Chen, que trouxeram para a mesa as suas histórias pessoais e vivências, mas também as experiências pelas quais já passaram no mercado de trabalho em Portugal.
Se para muitas pessoas a inclusão é um dado adquirido, o estudo da IKEA, realizado pela GlobeScan, em fevereiro de 2020, revela que o caminho ainda é longo:
- 51% dos inquiridos reconhece que melhorar a igualdade entre pessoas de diferentes raças, etnias e nacionalidades pode contribuir para melhorar a sociedade;
- Apenas 16% das pessoas de diferentes grupos étnicos, raciais, religiosos ou imigrantes está satisfeita com a igualdade em Portugal. A percentagem sobe para 34% no local de trabalho;
- 42% das pessoas de diferentes grupos étnicos, raciais, religiosos ou imigrantes acredita que a diversidade enriquece a cultura portuguesa e tornao nosso país mais interessante para viver. Apenas 24% das pessoas de grupos não minoritários concorda com esta afirmação.
Estes dados demonstram a importância de continuar o trabalho que a IKEA tem vindo a desenvolver para colocar em debate as diferentes dimensões da igualdade – um dos direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e um valores estruturais da empresa. O objetivo da IKEA é espelhar na sua organização a diversidade que existe na sociedade, permitindo que todos tenham acesso às mesmas oportunidades e, assim, contribuir para a criação de uma sociedade mais justa.
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